fones de ouvido para trabalhar no coworking

Top fones de ouvido para trabalhar no coworking em 2022

Nômade DigitalTrabalho remoto

Os espaços compartilhados são uma tendência do mercado, mas é preciso ter bons equipamentos para otimizar a experiência. Conheça o top 6 entre os fones de ouvido para trabalhar no coworking em 2022!

Christina @wocintechchat / Unsplash

Você já tem fones de ouvido para trabalhar no coworking? A opção pelos espaços compartilhados é uma tendência forte para 2022 e os anos seguintes. Isso é resultado do maior isolamento social gerado pela pandemia, que acabou demonstrando os benefícios do trabalho remoto. 

Porém, para o conforto de todos no local de trabalho é preciso conhecer os melhores fones de ouvido. Assim, você consegue participar de reuniões e escutar música, podcasts e outros sons que sejam necessários para auxiliar nas suas atividades, sem atrapalhar outras pessoas. 

Sabemos que nem sempre é fácil identificar qual é o melhor fone de ouvido para trabalhar no coworking. Então, separamos uma lista com 6 opções para você escolher, confira!

1. Fone de ouvido Sony WH-1000XM4

Esse é um modelo premium produzido pela Sony. O design é circo-auricular, então se encaixa em volta das orelhas e consegue reduzir os ruídos externos. Além disso, o próprio fone vem com um sistema de “noise cancelling”, que é o cancelador de ruídos.

O fone tem funcionalidades inteligentes, como geolocalização que permite criar configurações diferentes para o fone conforme o local de trabalho. Por exemplo, se você utiliza bastante o coworking, mas também tem um escritório em casa ou, até mesmo, na empresa, você pode ter especificações para cada local.

Assim, quando ele identifica o espaço, ele aplica as configurações da localilzação e você não precisa fazer alterações. Ele ainda apresenta 5 microfones embutidos, garantindo alta qualidade para conversar em videoconferências ou ligações. 

O sistema de reconhecimento de voz permite pausar a música automaticamente quando você fala, trazendo mais facilidade ao atender ligações. A opção ainda é sem fio, com conexão via bluetooth, proporcionando maior mobilidade para o seu dia a dia. O custo, entretanto, pode ser um contra: em junho de 2022, era de aproximadamente R$ 2.000.

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2. Fone de Ouvido Sennheiser PXC 480

A marca Sennheiser é tradicional, sempre com foco em inovação. Bastante conhecida no ramo da aviação, também se destaca quando se trata de qualidade de som e áudio. O fone de ouvido PXC 480 foi criado para apresentar recursos premium aos compradores. 

O funcionamento é sem fio, com uma bateria que tem, em média, 50 horas de duração. Ele tem a função de headset, com microfone embutido que pode ser ativado pelo usuário. O modelo é circo-auricular, ergonômico e tem a função cancelamento de ruídos, trazendo mais conforto. A opção já tem um valor mais atrativo: aproximadamente R$ 990.

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3. Fone de ouvido Bluetooth Philips SHB3175

Seguindo a mesma linha dos modelos anteriores, ele é um modelo sem fio, mas é over-ear (fica sobre a orelha, mas nem sempre se encaixa em volta dela). Ainda, funciona como headset por ter microfone embutido, então pode ser usado mais amplamente — a participação em videochamadas é bastante comum no trabalho remoto. 

Apesar de não ter um sistema específico de cancelamento de ruídos, ele oferece um bom isolamento acústico devido ao seu formato e materiais utilizados, focados na maior ergonomia. Assim, é possível conseguir maior conforto sonoro ao trabalhar em coworking e outros espaços.

A bateria consegue garantir até 12 horas de funcionamento e ele conta com controles de uso para chamadas, músicas e volumes do áudio e do microfone. Um dos atrativos é o custo-benefício: é possível encontrar ofertas a partir de R$ 200.

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4. Fone de ouvido Microsoft LifeChat LX-3000

Se você não precisa de um modelo sem fio para suprir as suas necessidades, o Microsoft LifeChat pode ser uma alternativa interessante. Ele conta com cancelamento de ruído e almofadas produzidas em couro sintético, visando trazer conforto e facilidade para limpeza ou manutenção. 

Ele tem uma placa de som própria, então não precisa utilizar a do computador e é facilmente instalado. Os volumes e a opção “mudo” podem ser configuradas por um controle que fica acoplado ao cabo do fone. Ainda, há otimizações desenvolvidas para alguns apps da Microsoft. O valor é de cerca de R$ 350. 

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5. Fone de ouvido Xiaomi Redmi Airdots

Se você gosta de modelos mais discretos e sem fio, o Xiaomi Redmi Airdots pode ser ideal. Com um valor de mercado inferior aos modelos semelhantes dos concorrentes (cerca de R$ 130), ele é intra-auricular — aquele que se encaixa dentro dos ouvidos.

A conexão é via bluetooth e o design é bastante discreto, quase imperceptível durante o uso. A bateria tem autonomia de 12 horas, que pode ser considerada baixa por algumas pessoas, mas a qualidade sonora é alta. Ainda, oferece resistência à água, que pode ser um atrativo para quem também gosta de utilizar os fones em outros momentos. 

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6. Fone de ouvido JBL Tune 110

Quem busca modelos mais básicos, com qualidade, pode contar com essa opção. Intra-auricular e com fio, ele segue os modelos mais conhecidos. O tamanho é bastante prático: leve e compacto, não precisa de muito espaço para o transporte. O cabo é desenvolvido para evitar nós, o que melhora a usabilidade e a rotina.

O fone tem um microfone integrado no cabo, então pode ser usado para atender chamadas e fazer reuniões à distância. Todo o controle de volume e de ligações é feito por meio de um controle remoto. Já a marca JBL garantiu que a reprodução de áudios seguissem o mesmo som dos outros produtos.

Se você precisa do fone para usos mais simples ou pretende encontrar opções mais acessíveis, provavelmente essa é uma boa opção. É possível encontrar ofertas próximas a R$ 70.

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7. Fone de ouvido Anker Soundcore Life Q35

Entre os fones de ouvido para trabalhar em coworking, o Anker Soundcore Life Q35 está na lista dos melhores para 2022. Sua bateria tem duração de até 40 horas de uso. Além disso, 5 minutos de carregamento gera 4 horas de utilização.

Ele também tem um app para manipular as configurações de equalização e escolher um dos 22 modos disponíveis. Ainda existem 3 modos de cancelamento de ruído e 11 modos de ruídos de ru´ído branco.

O fone de ouvido se conecta a dois dispositivos diferentes e pausa a música quando você o retira. Portanto, ele tem várias vantagens. Por outro lado, tem poucas opções no mercado. Assim, você pode precisar importá-lo. O preço fica por volta de R$ 900.

8. Fone de ouvido Sony WF-1000XM4 Earbuds

O grande diferencial desse modelo é a tecnologia de cancelamento de ruído ativo (ANC). Isso traz grande bem-estar ao estar em locais lotados. Por exemplo, transporte público, parques etc.

Ainda assim, ele tem um modo para captar o som ambiente mesmo de fone. Também tem suporte a carregamento sem fio e recarga rápida da bateria. Você pode usar por 24 horas de reprodução com a carga extra da case.

Sem isso, poderá usar o fone por 8 horas. Caso carregue por apenas 5 minutos, terá uma capacidade de uso de 1 hora. O preço é um pouco salgado e fica por volta de R$ 1.800.

9. Fone de ouvido Arcano SHP300

Além de ser um dos melhores fones de ouvido para trabalhar no coworking, o Arcano SHP300 também é um dos mais baratos. Ele custa cerca de R$ 300.

Mesmo assim, tem alta qualidade sonora e boa construção. Outra característica é o peso maior nos graves. Porém, não mascara as demais frequências. Ou seja, você consegue ouvir tudo com precisão.

Além disso, o cabo é destacável. Isso é importante para evitar problemas. Por outro lado, pode ser difícil encontrar esse modelo no Brasil. Então, é preciso pesquisar.

10. Fone de ouvido Arctis 5 SteelSeries

Focado no público gamer, o fone de ouvido Arctis 5 SteelSeries pode ser usado com ou sem fio. Ele também tem luzes RGB e ajuste para a conversa que acontece em tempo real durante os jogos.

Uma vantagem é o microfone bidirecional Arctic Clear Cast, que traz clareza e reduz os ruídos externos. Os drivers oferecem a experiência de um som surround para você ter um áudio de mais qualidade.

A conexão é via USB ou adaptador 3,5 mm. No entanto, a segunda opção não libera todos os recursos. O preço é de aproximadamente R$ 700.

11. Fone de ouvido Huawei FreeBuds Studio

Se você ainda não conhece a Huawei, está na hora de deixar o preconceito de lado. A marca chinesa tem dispositivos de qualidade — e um deles é o fone de ouvido Huawei FreeBuds Studio.

Ele tem vários recursos, como a adaptação do som ao ambiente, o cancelamento de ruído e a conexão em dois aparelhos de forma simultânea. A bateria dura até 24 horas com uma carga.

Você pode recarregá-la por USB-C. Ainda é possível alterar entre áudio e som externo clicando na concha do fone. O preço é de R$ 1.900.


12. Fone de ouvido AKG K361 BT

A AKG é uma das maiores fabricantes de equipamentos de som. Por isso, seu fone de ouvido precisa estar na lista dos melhores para trabalhar em coworking.

O K361 BT tem alta qualidade. Sua impedância é de 32 ohms. O modelo é fechado over ear e sua conexão é bluetooth ou cabo. A reprodução de áudio é equilibrada, do tipo flat.

Além disso, ele é bastante confortável de usar. Já o preço é de cerca de R$ 850.

13. Fone de ouvido Redmi Buds AirDots 3 Pro

Com conexão bluetooth 5.2, o Redmi Buds AirDots 3 Pro é um dos melhores fones de ouvido para trabalhar em coworking. Ele também tem cancelamento de ruído ativo de 35 db e 3 configurações para ajustes.

A conexão vale para até 2 dispositivos diferentes. Além disso, o fone reduz o áudio reproduzido ao entender que você est´á falando ou alguém está conversando com você.

A bateria funciona por 28 horas, sem a carga extra. O tempo de uso suportado é de 6 horas. Ainda tem carregamento rápido até por wireless. Para comprar o seu, você vai desembolsar cerca de R$ 400.

14. Fone de ouvido Galaxy Buds Pro

Este modelo é um earbud e oferece áudio de alta qualidade devido ao cancelamento de ruído ativo. Inclusive, tem a certificação UL Verification. Segundo a marca, até 99% dos barulhos são eliminados.

Ele também identifica quando você fala e pausa o áudio para ativar o som ambiente. Sem contar que tem alto-falantes duplos com drive maior. Ainda tem Dolby Head Tracking, tecnologia que permite uma imersão sonora maior, mesmo movimentando a cabeça.

Por ser da Samsung, conecta-se com facilidade aos dispositivos da marca, até mesmo dois de forma simultânea. O preço é de cerca de R$ 660.

15. Fone de ouvido Sennheiser HD600

Esse é um dos fones mais conhecidos por ter uma alta fidelidade sonora. Portanto, capta os sons com bastante precisão e definição. Isso porque tem assinatura flat. Ou seja, há linearidade em todas as frequências sonoras.

Apesar desses pontos positivos, alguns recursos estão em falta. Dois exemplos são o cancelamento de ruído e o bluetooth. Além disso, é necessário usar um DAC-AMP para conseguir o melhor do fone de ouvido.

Com isso, o preço acaba ficando salgado. Afinal, só o fone custa por volta de R$ 3.000.

Essas são apenas algumas sugestões de fones que podem ser utilizados no trabalho na empresa, em casa ou em coworking. Portanto, analise quais são as suas necessidades para entender as funcionalidades essenciais e facilitar a escolha do equipamento. 

Gostou dessas opções de fones de ouvido para trabalhar no coworking? Esperamos que a nossa lista ajude e identifique a melhor alternativa para ter conforto no trabalho e conquistar a maior produtividade

Que tal aprender mais? Confira agora por que as pessoas prosperam nos espaços de coworking! 


Texto escrito por Joanna Nandi, Redatora Web, e Fabíola Thibes, analista de marketing do BeerOrCoffee.

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Uso de máscaras no escritório compartilhado

Uso de máscaras no escritório compartilhado: ainda é uma responsabilidade de todos

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O uso de máscaras no escritório compartilhado ainda é necessário. Mesmo com a continuidade da vacinação, tomar esse cuidado é sinônimo de satisfação dos clientes, responsabilidade e segurança. Entenda melhor.

Os números de casos ativos da COVID-19 começam a diminuir e os governos estaduais planejam a reabertura total das atividades. Aos poucos, a vida retorna ao normal. Entretanto, o uso de máscaras no escritório compartilhado ainda é necessário.

O motivo é simples: as pessoas ficam mais próximas e o vírus ainda pode circular. É verdade que a vacinação avança e já mostra toda a sua força. Isso é perceptível pela redução das mortes e do total de casos ativos.

Para ter uma ideia, o boletim da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do dia 17 de setembro de 2021 mostra que o número de casos e óbitos registrou a maior queda do ano. Na época, já eram registradas 12 semanas consecutivas de redução no número de mortes. Além disso, esse era o melhor cenário desde o começo do monitoramento da taxa de ocupação de leitos de UTI.

Apesar dessa boa notícia, ainda é preciso se cuidar. Dados do dia 13 de outubro de 2021 mostram que a média móvel de mortes dos 7 dias anteriores ficou em 318. No entanto, a expectativa é saber se essa situação é resultado do feriado ocorrido no dia anterior. Enquanto isso, a média móvel de casos ficou pouco abaixo de 12 mil.

Como fica a vacinação nesse cenário? Por que ainda é preciso usar máscaras nos escritórios compartilhados? Vamos explicar melhor o motivo dessa recomendação para o uso do coworking no pós-pandemia, pelo menos, nesse momento.

Uso de máscaras no escritório compartilhado

Comparação do cenário da pandemia

Já mostramos que o cenário da pandemia vem melhorando. Para efeito de comparação, pegamos os dados do dia 13 de outubro de 2020. Naquele dia, a notícia do G1 era de queda no número de mortes e casos. Porém, o cenário era diferente.

A média móvel de mortes ficava em 499. Enquanto isso, a média móvel de casos foi de 20.553 por dia. O Brasil também registrava pouco mais de 150 mil mortes nesse período de 2020. Um ano depois, chegou a 600 mil mortes.

Além disso, é preciso considerar que esses dados estão parcialmente maquiados. Não por erro das autoridades de saúde. Mas sim devido ao feriado, já que a contabilização dos municípios tende a ser mais lenta.

Esses dados demonstram a importância de ainda cuidar dos nossos hábitos rotineiros. Tanto é que aproximadamente 98% das cidades brasileiras pretendem manter o uso de máscaras. Além disso, 64% querem continuar com essa regra mesmo após a vacinação completa da população. Pelo menos, isso é o que afirma uma pesquisa realizada pelo Conselho Nacional dos Municípios (CMN).

Em entrevista à CNN Brasil, o epidemiologista Marcio Watanabe afirmou que o ideal seria retirar a obrigação da máscara somente depois de 80% da população estar vacinada. Mais do que isso, ele alega ser necessário que todos os idosos contem com a terceira dose. Então, como está a vacinação nesse processo? É o que mostraremos agora.

Contexto da vacinação e por que fazer uso de máscaras no escritório compartilhado

Ainda que os dados estejam melhorando, a vacinação ainda anda em passos um pouco lentos. De uma população total de 220 milhões, apenas 99,6 milhões estão com as duas doses ou a dose única. Os dados são do dia 11 de outubro de 2021.

Em percentuais, o total de completamente imunizados chega a 46,72%. Quando observada a aplicação de apenas uma dose, o índice chega a 70,17%, ou quase 150 milhões. Outras 2,4 milhões de pessoas sofreram a aplicação da dose de reforço.

Em relação aos estados com o maior percentual de habitantes com o calendário vacinal completo, os cinco primeiros são:

  • São Paulo: 61,01%;
  • Mato Grosso do Sul: 60,22%;
  • Rio Grande do Sul: 53%;
  • Paraná: 50,04%;
  • Espírito Santo: 47,64%.

Por que é importante verificar todos esses dados de vacinação? Primeiro, porque demonstra que já caminhamos um trajeto longo, mas ainda não cruzamos a linha de chegada. Combater o coronavírus é como uma maratona, não uma corrida de 100 m.

Além disso, ter esse cuidado com o uso de máscaras é importante para fortalecer o home office e o trabalho remoto. As pessoas se sentem mais seguras. Por consequência, a chance de seu coworking receber uma avaliação cinco estrelas e ter um cliente fiel aumentam.

Tudo isso já ajuda o seu coworking, certo? O melhor de tudo é que os benefícios são relativos aos clientes, mas também à atração e retenção de talentos no trabalho híbrido.

Uso de máscaras no escritório compartilhado

Selo Escritório Mais Seguro

Para incentivar os coworkings da rede e garantir que os clientes se sintam confortáveis, o BeerOrCoffee criou o selo Escritório Mais Seguro. A ideia é mostrar que nem sempre é preciso fazer home office para estar em segurança, já que muitos escritórios compartilhados da plataforma exigem o uso de máscara.

Para criar a iniciativa, o BeerOrCoffee se uniu à experiência da Sercon. Ou seja, a maior plataforma de escritórios flexíveis do Brasil contou com a empresa referência em saúde e segurança no trabalho para criar a certificação.

Em que consiste o selo Escritório Mais Seguro? A certificação é uma validação do BeerOrCoffee e da Sercon para o retorno consciente ao trabalho. Por isso, os profissionais são acompanhados para que sejam identificados possíveis riscos de contaminação. Nesse processo, algumas variáveis foram consideradas:

  • Tempo de contato com objeto ou local;
  • Uso individual ou compartilhado de objeto ou local;
  • Tempo de vida do coronavírus em cada superfície;
  • Probabilidade de contaminação do local ou objeto.

A avaliação ainda agrupa os riscos conforme os ambientes dos coworkings para garantir a limpeza e a gestão dos espaços, além da visualização dos usuários. Para saber como ter o selo Escritório Mais Seguro, basta baixar o guia de mapeamento de riscos da COVID-19 no seu escritório. Assim, você saberá o que fazer para conseguir a certificação e garantir que o seu coworking está preparado para receber os clientes.

Lembre-se também de que um dos critérios para a obtenção do selo é justamente o uso de máscaras no escritório compartilhado. Afinal, é o que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda e é responsabilidade de todos cumprir as regras. Assim, você evita críticas e revisões negativas ao seu negócio.

Seu coworking já está preparado para receber o selo ou ainda recebe reclamações? Veja como lidar com comentários negativos e saiba tirar proveito dessa situação.


Texto escrito por Fabíola Thibes, jornalista e redatora web.