começar o próprio negócio

Mentiras que podem impedir você de começar o próprio negócio

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Muitas coisas são ditas para te impedir de começar o próprio negócio. Não é mesmo? Um exemplo é que há algum tempo, não tão distante assim, alguns grupos tinham poucos direitos garantidos na sociedade. Dentre esses direitos, estava o de poder trabalhar fora – reservado para homens e pouquíssimas mulheres. Nesse cenário, muitas usavam o tempo que tinham livre para realizar atividades com as quais tinham afinidades, habilidades e expertises.

O que? Ficou confusa ou confuso do porquê estamos falando disso? Já explicamos: esse cenário pode ser uma inspiração para começar o próprio negócio.

Tempo, sonho, dedicação

Quando trouxemos o exemplo da falta de espaço para a mulher no mercado, definitivamente não pareceu nada motivador. O que de fato nos fez trazer esse assunto a tona, é a semelhança com o cenário atual. Em que muitos se sentem desmotivados por acreditarem não ter espaço no mercado. O que em muitos casos pode ser, de fato, limitador. Entendemos.

Porém, assim como muitas mulheres encontraram em suas habilidades manuais e intelectuais uma saída para o aprisionamento imposto pela sociedade da época, atualmente todos que buscam recolocação ou simplesmente novos significados para o mercado de trabalho, também precisam correr atrás e, com criatividade, colocar seu sonho em prática.

Se antes as mulheres não tinham direitos, agora homens e mulheres enfrentam a competitividade, a falta de experiência, preparo, qualificação. Tudo isso, aliado aos comentários desmotivadores de amigos, familiares e colegas do mercado, torna o processo para começar o próprio negócio cada vez mais distante.

Tenho tempo e dedicação, mas não tenho dinheiro!

Obviamente ter capital para dar os primeiros passos na abertura do próprio negócio é muito importante. Mas isso não pode ser fator de desistência. Começar por baixo não é um termo negativo, ao contrário, é uma chamada para a realidade. O começar por baixo pode vir de várias formas, conheça algumas que selecionamos para você:

  1. Alguém investindo no seu sonho. Pode ser alguém da família, amigos, agência bancária – mas lembre-se de planejar cada passo, para não entrar em dívidas infinitas.
  2. Realizando alguns trabalhos temporários. Desta  forma, você consegue guardar dinheiro para investir no seu verdadeiro sonho, sem entrar em dívidas.
  3. Vendendo objetos que não tenham tanta utilidade para você.

começar o próprio negócio

Estas são algumas formas de começar seu negócio levantando um investimento inicial. Entretanto, se sua ideia lhe permite dar os primeiros passos sem uma quantia significativa, não dê margem para o medo e a insegurança tomarem conta de você. Muitos negócios podem começar com o mínimo de recursos. Não é necessário, por exemplo, ter um sistema pronto e perfeito ou então um local próprio. Você pode antes fazer testes com recursos limitados, porém eficientes.

E se bater a insegurança?

O medo, na verdade deve ser encarado como um aliado, afinal ele te deixará atento aos possíveis perigos. Contudo ele não pode te paralisar. Siga determinado, ainda que passe por obstáculos complicados. E não ouse se deixar levar por comentários negativos, ninguém chega ao topo sem tropeçar, logo, ignore o negativismo alheio e siga em frente.

Mas eu não tenho tempo para colocar as ideias em prática!

Existem pesquisas que falam só sobre o tempo, ou melhor, a falta dele nos dias atuais. Se você viver para esperar o dia que sobrará tempo para realizar seus sonhos, temos uma notícia: esse dia nunca vai chegar.

Se falta de tempo é o mal do século, saber fazer a gestão das 24 horas do dia é a salvação. Nada como organizar suas horas, seus dias, seus meses e anos. Administrar é o primeiro passo para quem tem o sonho de começar o próprio negócio, que o primeiro passo então seja na administração do tempo.

Para os pais que ainda lidam com a responsabilidade de cuidar dos filhos em tempo integral, a dica é dar os primeiros passos envolvendo as crianças no processo. Será fácil? Definitivamente não, mas é aquela história, o primeiro passo precisa ser dado em algum momento, então que seja agora.

Agendar reuniões enquanto dos filhos estão na escola. Aproveitar os momentos em que eles estão dormindo,. Focar nos planejamentos durante a noite. assim aproveita o silêncio da casa para se dedicar. Outra opção é, em último caso, levar a filha ou o filho para o trabalho. Existem muitos coworkings kids friendly que podem te ajudar em momentos em que você não tem outra opção.

 começar o próprio negócio

Mas e se eu precisar de ajuda?

Tudo bem! É normal precisar de ajuda e super necessário recorrer à elas. Para  começar o próprio negócio você pode ter ajuda de uma sócia, por exemplo. Afaste-se de quem te puxa para baixo e comece um negócio com alguém que vá contribuir para a construção e crescimento da ideia.

Outra ajuda são os programas de aceleração e pré-aceleração que estão espalhados pelo Brasil. Eles auxiliam empreendedores à guinar os seus negócios, sejam eles em estágio inicial ou um pouco mais avançado. Eles darão orientação e, em alguns casos, também ajuda financeira.

Os coworkings também são ótimos lugares para você desenvolver seu negócio. Os membros dos coworkings estão dispostos a compartilhar. E eles podem te ajudar, e muito, no processo em que você está de começar o próprio negócio.

Além de escolher pessoas certas e locais que te incentivem, estude bastante. Leia sobre o assunto. Siga empreendedores que tenham a realidade parecida com a sua. Mantenha networking com pessoas que tenham a contribuir com o seu negócio (e contribua com elas também). E arrisque!

Acredita que é muito para você? Então vai a última dica:

Nosso cérebro é uma máquina. Envie para sua máquina o comando de que você é capaz, depois é só correr atrás. Sua consciência e criatividade estarão aptas a receberem o comando que você quiser.

Um bom passo é experimentar, por pelo menos um dia, trabalhar em um coworking. O BeerOrCoffee oferece a primeira reserva gratuita, por aqui.

Boa sorte e até a próxima! 🙂

sala privativa

Quem são os outros membros de um coworking?

coworking

Com a ascensão da competitividade do mercado – e aqui entenda como mercado o todo mesmo. Sem especificação de área – muitas vezes os empresários, as empresas e os próprios profissionais deixam de aprender uns com os outros. Isso por medo de abrir as portas para um possível concorrente. Ou mesmo entregar uma ideia potencial. Este é um dos motivos que fazem com que os membros de um coworking sejam tão essenciais ao sucesso desse modelo de negócio.

Não entendeu muito bem o raciocínio? Vem que queremos falar mais sobre isso.

membros de um coworking

Quem são os outros membros de um coworking?

Sempre falamos aqui das vantagens em aderir a um escritório compartilhado. Seja pela estrutura que oferece, pela praticidade no ir e vir. Seja pela localização ou mesmo pela possibilidade de se conectar a uma pequena amostra do mercado. E é neste ponto que queremos tocar. A pequena amostra do mercado ao qual você tem contato quando se torna um coworker.

Estar em um coworking é colocar em prática aquilo que muitas vezes, presos ao tradicional modelo de trabalho, ficamos limitado. Dentro das quatro paredes da sua empresa não é possível estar em contato com outras áreas de atuação. Ou mesmo se aproximar amigavelmente de um corrente. Mas dentro do coworking a ideia é exatamente o contrário. Nesses escritórios os membros são estimulados a interagirem, conhecer um ao outro, entender seus pontos fortes e aqueles a melhorar e, consequentemente, se ajudarem.

Os outros membros de um coworking pode ser um advogado que vai te auxiliar nas questões jurídicas do seu negócio. Pode ser um professor que vai levar conhecimentos técnicos à sua equipe. Um programador que vai te ajudar a desenvolver um projeto. Um jornalista que vai te ajudar a chegar à imprensa ou mesmo passar contatos importantes da mídia. Enfim, não há um perfil pré-definido, e aí está a maravilha dos coworkings, não há moldes, cada um contribui a seu modo.

membros de um coworking

Diversidade é a alma de um coworking

Definitivamente uma das vantagens de um coworking é reunir em um mesmo local profissionais que têm habilidades diferentes. Já dissemos isto, mas vale repetir. Mesmo que seu colega coworker seja da sua área de atuação, como não se trata de um espaço para vendas, ter outros profissionais do mesmo setor não significa uma concorrência. Pelo contrário, pode ser estimulante o trabalho colaborativo.

Há pessoas que buscam um coworking por realmente não terem um espaço físico. Logo a estrutura em si faz toda a diferença. Tem aqueles que vão pela curiosidade de viver a experiência. Afinal são pessoas de áreas diversas criando e produzindo no mesmo espaço. Tem os que vão em busca de networking (apesar que todos acabam se beneficiando deste benefício),  pois enxergam dentro destes escritórios a possibilidade de fazer parcerias, clientes, sócios e quem sabe estruturar uma equipe.

Sim, a diversidade não está apenas no perfil das pessoas que frequentam os coworkings, mas também nos motivos que levam cada uma até lá. Compartilhar ideias é mais que uma prática dentro desses espaços é uma questão inerente ao espaço que se cria.

Membros de um coworking: físicos e jurídicos

Falando ainda da tal diversidade, não podemos deixar de ressaltar que os membros de um coworking podem ser pessoas físicas ou jurídica. Inclusive, muitas empresas procuram esses espaços como forma de se conectarem ao mercado e suas novas possibilidades. E não estamos falando só de empresas de pequeno porte e iniciantes, mas também de empresas grandes e já conceituadas no mercado.

A procura pelos coworkings podem ir desde a busca por um espaço para transformar em estação de trabalho, quanto para quem quer alugar uma única sala, para uma reunião com o cliente, por exemplo. Democracia é a palavra de ordem, é preciso ter lugar para todas as áreas, todos os perfis. Obviamente uns combinam mais com um estilo de escritório, portanto recorrem as salas privadas ou tem aqueles que preferem o movimento e contato que as bancadas coletivas proporcionam. Tudo vai da necessidade de cada um.

Se você é pessoa física ou jurídica, não importa. Pode procurar um coworking, entender melhor como seus membros utilizam esses espaços e, claro, escolher aquele com o qual mais se identificar para viver esta experiência.

E lembre-se, o tempo que você vai querer contratar fica a seu critério. A flexibilidade de horários e período de “estadia” também é uma das vantagens do negócio.

Experimente e conte sua experiência pra gente!

Até mais! 😉